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22
ABR
2019

Quais espécies de árvores são mais indicadas para cidades?

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Por uma questão de qualidade de vida, a OMS (Organização Mundial daSaúde) recomenda que cada cidade tenha, no mínimo, 12 m² de árvore por munícipe; o ideal é de 36 m² em áreas urbanas. Essa contagem equivale a três árvores por pessoa. 

Precisamos plantar árvores porque as faltas delas transforma as cidades e os ambientes urbanos em grandes ilhasde calor. Para minimizar os efeitos do calor, aumentar a umidade do ar e deixar tudo mais bonito, algumas cidades estão numa campanha de conscientização para incentivar o plantio de árvores enfatizando os benefícios, que são inúmeros: colaboram com a redução da poluição sonora e do ar, fornecem sombra, refúgio e alimento para as aves. Os benefícios não param por aí. Podemos falar de fixação de carbono, produção de oxigênio, proteção contra ventos etc.

 Mas a escolha da espécie correta é fundamental. Fiquem atentos, pois o plantio da árvore errada pode provocar muita dor de cabeça no futuro, como tubulações de água e esgoto estourados, calçadas levantadas, problemas na rede elétrica, galhos que ameaçam cair a qualquer momento, com raízes grandes e superficiais, que estragam a calçadas e muros, com frutos pesados que caem sobre carros, ramos espinhentos que atrapalham os pedestres, sujeira e mal cheiro advindo de frutos, entre muitas outras situações desagradáveis a perigosas. 

Existe na internet muitas listas de espécies para plantios urbanos, porém, nem todas as listas são ideais e com espécies convenientes. Tomem cuidado na escolha e sempre procure a secretária do Meio Ambiente e prefeituras, que disponibilizam um Plano de Arborização Municipal elaborado por corpo técnico especializado. Nele, constam recomendações para o desenho, implementação, preservação e manejo da arborização urbana. Confira se é o caso   da sua cidade. 

“O plantiode árvores nas cidades deve ser orientado por especialistas na área, pois algumas espécies podem ser prejudiciais a outras árvores nativas do local”, explica Ricardo Rodrigues, do Laboratório de Ecologia e restauração Florestal (LERF),da Esalq/Usp, em Piracicaba (SP). “Cada bioma tem suas espécies e, mesmo na cidade, isso precisa ser respeitado”.

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