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MAIO
2019

Reflorestamento e compensação ambiental

Projetos de reflorestamento e compensação ambiental são amparados por normas regulamentadoras de acordo com o ramo de atividade da empresa que deverá implantar. Deve atender exigências de qualidade ambiental da área, após reabilitada.

Projetos de compensação têm muitos objetivos, tais como: conservação da biodoversidade, recuperação de áreas degradas, aumentar o fluxo de nascentes, controlar a erosão do solo, cumprir compensação por algum crime ambiental (TCRA),Desenvolvimento comunitário, Carbono social.  

Por meio do uso de espécies de plantas adequadas para região é possível conservar ambientes e atender às exigências legais de preservação. Para a restauração ecológica deverão ser utilizadas, no mínimo, 80 espécies diversas, com proporção de 50% de espécies de rápido crescimento, em relação as de lento crescimento (pioneiras e não pioneiras); assim como inclusão de, no mínimo, 5% de mudas de espécies ameaçadas regionais.

Áreas degradadas devem ser   recuperadas ou restauradas de atributos que foram perdidos em sua estrutura e funções ecológicas, seu potencial de sequestro de carbono ou a oferta de serviços ecossistêmicos como fornecimento de água, polinização e regulação do clima. Casos que ocorrem pela ação do homem ou pela ação climática.  

Ecossistema recuperado: restituição de um ecossistema ou de uma população silvestre degradada a uma condição não degradada, que pode ser diferente de sua condição original

Ecossistema Restaurado:  restituição de um ecossistema ou de uma população silvestre degradada o mais próximo possível da sua condição original;quando contém recursos bióticos e abióticos suficientes para continuar seu desenvolvimento sem auxílio ou subsídios adicionais.

O processo de regeneração natural é aquele em que após o corte da vegetação, essa se recupera naturalmente ao longo dos anos, retornando às funções ambientais que exercia anteriormente. Esse processo, chamado de sucessão secundária, ocorre naturalmente através da substituição e/ou incorporação gradual de espécies de classes ecológicas diferentes. Inicialmente se instalam na área espécies pioneiras, que são colonizadoras,  de crescimento rápido e capacidade de se desenvolver em ambientes abertos. O ambiente então oferece condições para o estabelecimento das secundárias iniciais, e assim sucessivamente, para as secundárias tardias e, finalmente, para as climáceas.

A restauração ecológica visa favorecer esse processo, de forma a garantir um ambiente sustentável. Um dos critérios básicos que a atividade deve respeitar diz respeito à necessidade de se usar diferentes espécies nativas do próprio local para permitir a diversidade biológica e estimular o retorno da fauna (animais). Normalmente uma espécie que compõe a vegetação típica da região a ser reflorestada sempre se adaptará bem,respeitando-se compatibilidade de clima e solo. Por isso é importante observaras matas remanescentes da região, identificando as espécies que se adaptam bem ali, e dar preferência a elas. Desta forma é muito importante plantar as espécies predominantes da mata original, de preferência originárias de sementes colhidas nas proximidades, que certamente apresentarão desenvolvimento mais rápido e garantido, e depois mescla-las com outras espécies nativas de interesse.

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